antes de morrer:
U2. franz ferdinand. coldplay. damien rice / como vai ter coldplay ano que vem, acho que não falta muito para morrer, embora eu realmente espero que falte.
vou adicionar algumas coisas nas minhas things-to-do. é claro, eu não incluí aí os desejos carnais do estilo, dormir com o ian, e etc.
incubus: talk shows on mute
sim, imagino fazer uma analogia ao post entitulado "novembro", e sinto muito para quem não gosta de analogias.
dezembro é um mês de calmaria, de felicidade, de renovação. dezembro é aquele momento em que paramos e exclamamos "yes! férias!" e torcemos para que o natal chegue logo e para que o ano novo venha logo depois, e então o aniversário e todas as coisas que podem acontecer.
mas hoje, e confesso que em todos os outros dias desse ano, eu não estou sentindo essa empolgação toda. cada vez menos quero que o natal chegue. aliás, nem me importo com o natal: cada vez menos quero que o dia catorze chegue. eu espero estar linda, mas ela vai estar lá. eu espero sentar do seu lado e poder segurar sua mão. eu espero te abraçar e te dizer tudo que eu quero dizer, mas ao mesmo tempo, eu não quero esperar nada, porque eu sei que isso não vai ser possível. "nós" não é mais algo plausível na minha mente.
e aí as coisas perdem um pouco a graça, porque foram seis anos, meu deus, seis anos, e de repente vai tudo mudar. e eu odeio mudanças. eu simplesmente detesto todo e qualquer tipo de mudança, porque eu tenho medo delas.
eu não quero não ter que acordar as seis e dez da manhã, não quero não ter que colocar o uniforme horrível, não quero não ter que brigar com meu pai porque vou chegar atrasada, não quero não ter que passar a carteirinha na catraca, mal-humorada por causa das crianças, não quero não dar oi para todas as pessoas com as quais estou tão acostumada, não quero não conversar nas aulas, não quero não enfeitar meu fichário, não quero não ansiar pelo sinal do recreio, não quero não ter que enfrentar a população na cantina, não quero não ter que reclamar das aulas, não quero não ouvir as brincadeiras dos meninos, e principalmente, e mais que tudo, eu não quero não te ver todos os dias.
eu criei essa necessidade de te olhar, de te tocar, de te abraçar nem que por alguns segundos, de rir das suas piadas sem graça, e eu não sei se consigo viver sem isso. eu nunca vivi sem isso! a última vez que eu passei "o resto da vida" sem te ver não existe, dá para entender?
eu tenho medo de tudo o que vai acontecer, e esse medo aumenta ainda mais porque vai acontecer e não tem como eu evitar isso. vamos todos para um mundo novo, uma vida nova, vamos crescer. e eu não quero crescer. eu quero pegar sua mão e ir com você para a terra do nunca.
dói, alguma coisa dói, e dói cada vez mais, e isso me deixa sem fome, sem sono, sem paz alguma. e faltam dez dias para o dia catorze, nove dias na verdade, e nove dias para o fim do pedacinho da gente que ainda resta. e eu estou freaking out. realmente freaking out.
acho que vou ler meu horóscopo.
i'm having trouble sleeping
you're jumping in my bed
twisting in my head
leave me.
the cure - boys don't cry
Terça Feira, 5 de Dezembro de 2006.
Reconheça o seu poder de efetuar mudanças , e de evoluir, nativo de Capricórnio. Não deixe que o temor e a insegurança paralisem as suas ações. Como os seus valores mudaram, devem mudar também as atitudes. Somente assim chegará ao seu melhor.
retirado daqui.
novela das sete.
texto um:
franz ferdinand (em português, francisco fernando ou francisco ferdinando), nascido em graz, na áustria (18 de dezembro de 1983) foi um arquiduque do império austro-húngaro, sobrinho do imperador franz joseph e presumível herdeiro do trono. morreu assassinado com um tiro de bala em sarajevo, no dia 28 de junho de 1914, ao lado de sua mulher sophia, que esperava o seu terceiro filho e levou seis tiros. seu assassinato, cometido pelo terrorista gavrilo prinzip, membro da elite do grupo "mão negra", desencadeou a primeira guerra mundial.
(retirado de wikipedia.org)
texto dois:
bang bang, gavrilo prinzip
bang bang, shoot me gavrilo
bang bang, the first six are for you
bang bang, the seventh is for me
bang bang, gavrilo prinzip
bang bang, europe's going to weep
all for you, all for you, all for you
sophia
the black hand holds the gun
the devil takes his run
urban, take the appel quay
it's june twenty-eighth
the seventh was for me
(franz ferdinand, all for you sophia. you could have it so much better)
texto três:
calcula-se em 9 milhões o número de mortos e em 30 milhões o número de feridos ao final da primeira guerra mundial.
as nações envolvidas estavam devastadas. ao término da luta, o nacionalismo agressivo e o imperialismo, que provocavam a guerra, continuavam latentes. Para piorar a situação, uma grave crise econômica ameaçava a estabilidade de diversos países.
(daqui)
que belo tema de redação isso seria, não? por isso que eu os amo.
stereophonics - maybe tomorrow
acho que ainda não estou preparada para postar far away. então, eu posto algo que combine com essa carinha desse homem maravilhoso, douglas pickett vulgo ralph.

show me
how you want it
to be
tell me babe
cause i need to
know now
because...
shakira ft. wycleaf jean - hips don't lie
keep looking through the window pane
just trying to see through the pouring rain
it's hearing your name, hearing your name
i never really felt quite the same
since i've lost what i had to gain
no one to blame, no one to blame
seems to me you can't turn back the hands of time
seems to me history was left behind.
e se você deve parar de escrever isso em todo post, eu já devia ter parado de pensar nele faz tempo, sis.
mas "dever" é um verbo forte demais.
groove armada - hands of time
a pequena sereia conta a história de uma linda sereia (criatura parte mulher, parte peixe) que um dia, ao salvá-lo de um naufrágio, apaixona-se por um príncipe mortal.
para poder aproximar-se do amado, a sereia faz um trato com a bruxa do mar - assumiria a forma humana por um certo período de tempo, mas daria em troca sua linda voz. terrivelmente apaixonada, ela aceita. porém, há um combinado: o encanto só se tornará permanente se o príncipe também se apaixonar por ela. se isso não acontecesse, a pequena sereia se transformaria em espuma do mar, algo mais terrível que a morte.
por algumas semanas, a sereiazinha vive no castelo do príncipe como sua criada. porém, apesar de muito doce e gentil com ela, o príncipe não demonstra nenhum sentimento de amor, apenas de amizade e compaixão. ele busca a linda jovem que o salvou no dia do naufrágio.
estavam os dois andando na praia quando o príncipe avista uma bela princesa, que brinca nas areias com seu cachorro. ao vê-la, o príncipe não teve dúvida: era quem estava procurando! sem nada poder dizer sobre a verdade, a sereia apenas observa o seu amado pedir a princesa em casamento. eles combinam o matrimônio para o início da primavera.
a pequena sereia fica desolada. suas irmãs, comovidas com a situação, procuram a bruxa e fazem um novo acordo com ela. em troca de seus belos cabelos, a bruxa lhes dá uma faca, com a qual a sereiazinha deveria matar seu amado. assim, estaria livre de sua maldição e recuperaria sua voz, podendo viver nas águas como sereia para sempre.
a sereia recebe a faca, e aproxima-se do príncipe quando o mesmo dorme. contudo, ao vê-lo, não tem coragem de matá-lo. caminha lentamente até a murada do castelo e mergulha no mar azul. ao confundir-se com as ondas, sentia que seu corpo ia se dissolvendo em espuma.
talvez eu seja
o último romântico
dos litorais
desse oceano atlântico
(sim, eu troco mais de layout do que posto :P)
babyface - fire
medo. muito, muito, muito, muito, muito, muito medo. medo demais. tremendo de medo. pelo amor de deus, que chegue logo. mas que não chegue nunca.
medo da porra, juro.
será que hoje vai ser "o primeiro dia do resto dos nossos dias"? será que eu vou ter coragem? será que o medo vai passar? será que ela vai mesmo? será que ele não vai mesmo amanhã?
medo. medo medo medo.
e esses são os meus problemas
os problemas que não tenho
que crio em minha mente
por você.
sempre por você. que medo!
reação em cadeia - neurose
oh fuck. ele-sabe.
talvez eu devesse deixar esse post para amanhã, ou depois, quando estivesse mais calma e o meu coração não estivesse batendo na boca. mas é legal postar a verdadeira sensação. aí amanhã, quando filosofar, eu posto bonito, com palavras bonitas.
but fuck the pretty words, and fuck the pretty world, and fuck everything that's pretty porque ELE SABE. acho que ninguém deve realmente compreender o que essas duas palavras significam na minha vida.
ele sabe, com a carta mais porca do universo, mas ele sabe. sabe tudo, com todas as palavras, que eu amo ele. e amo viu? como amo.
mas acho que agora realmente chegou o momento de parar de amar. não, erro. não é parar de amar. não quero parar de amá-lo, não! isso seria realmente cruel. quero parar de ser apaixonada por ele, parar de pensar nele, parar de escrever coisas sobre ele. mas nunca parar de amá-lo.
enfim, enough. agora realmente chega. não sei quando eu vou poder dizer que essa afirmação realmente foi confirmada, mas é a minha intenção. novos caminhos, novos thyagos.
mas sempre o meu thyago.
you always said
we'd meet again
someday.
e você disse mesmo, vida.
nothing really.
talvez ele não saiba, mas eu estou pronta para postar isso.

i'd give it all
i'd give to us
give anything
but i won't give up
cause you know
you know
you know
i love you
i've loved you
all along
and i forgive you
for being away
from far too long
i keep dreaming
you'll be with me
and you'll never go
stop breathing
if i don't see you
anymore.
sabe a parte "i love you"? quando tocou ela na colação, você estava do meu lado. você cantarolou meio sem jeito. eu encostei a boca no seu ombro e cantei, também meio sem jeito.
i meant it, life.
nickelback - far away
"- lloyd, você é um cara legal demais para ela, não queremos que você se machuque.
- mas eu quero me machucar!"
- john cusack com dezessete anos em "say anything..."
o quão filosófico é isso?
i guess i'm in love
cause i'm so nervous all the time....
ouvindo john cusack aos dezessete anos no filme da globo